21 de mai de 2012

Bombeiros registraram mais de 1.700 vazamentos de gás no Estado de SP em 2011


O Corpo de Bombeiros registrou em todo o Estado de São Paulo mais de 1.700 ocorrências envolvendo vazamento de gás. Não há um levantamento do número de vítimas nesses incidentes.

De acordo com a Corporação, 209 vazamentos resultaram em algum tipo de incêndio, enquanto em 1.558 houve apenas o escape de gás.

Na madrugada desta segunda-feira (21) ao menos duas pessoas ficaram feridas depois de uma explosão seguida de incêndio. A principal suspeita é que um botijão de gás tenha explodido.

Arlindo Aparecido Rocha, de 61 anos, e a mulher dele, Isaura Teodoro Rocha, de 69 anos, foram socorridos por vizinhos e depois levados para o Hospital das Clínicas. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as vítimas sofreram queimaduras no braço e no tórax.

Ainda segundo os bombeiros, um vizinho que mora na casa da frente também se machucou. Ele se feriu levemente na cabeça e em um dos pés.

O caso foi registrado no 56º Distrito Policial (Vila Alpina).

A Defesa Civil vistoria dois imóveis vizinhos à casa. Eles foram esvaziados após a explosão.

Agora, juntamente com um engenheiro da subprefeitura de Vila Prudente, a Defesa Civil avalia se há risco de desabamento ou se os moradores desses locais podem voltar às suas casas.

Cuidados 

A Liquigas, distribuidora de gás, recomenda que os botijões fiquem em locais arejados, longe de fontes de fogo, calor, tomadas e ralos. Lampiões e fogareiros nunca devem ser ligados diretamente ao botijão, e a distância mínima para o fogo deve ser de 80 cm.

Na hora de comprar, é importante verificar se o botijão está lacrado com a marca sobre a válvula e se o vendedor é autorizado e está identificado.

Já quando o gás acabar, não se deve tentar forçar a saída do “restinho” que está no botijão, nem virar ou deitar o recipiente ou tentar aquecê-lo. Na troca, não se devem usar ferramentas, apenas as mãos. Os prazos de validade da mangueira devem ser verificados.

Num caso de vazamento sem fogo, a alavanca do botijão deve ser fechada, e as pessoas afastadas do local. Se possível, o regulador de pressão deve ser desconectado, e se isso não impedir o vazamento, o botijão retirado para um local aberto. Não se deve fumar, acender fósforos ou isqueiros ou acionar interruptores. Se necessário, deve-se chamar os bombeiros pelo telefone 193.

No caso de vazamento com fogo, os bombeiros devem ser chamados, as pessoas afastadas do local, e a chave geral de eletricidade desligada.

Assista ao vídeo: 
 

Ressaca no RJ causa transtornos na zona sul

Dois homens chegaram a ser levados por onda, mas foram resgatados por guarda-vidas

As ondas podem chegar a três metros

Uma forte ressaca atinge o litoral do Rio de Janeiro e deve permanecer até a noite desta terça-feira (22), de acordo com o Centro de Hidrografia da Marinha. As ondas podem chegar a três metros.

Na Praia de Copacabana, o mar atingiu a ciclovia e as pistas da Avenida Atlântica, próxima a Rua Djalma Ulrich e a Rua Bolívar, onde a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) aumentou o número de funcionários na orla para limpeza das pistas, devido a grande quantidade de areia na pista.

No Caminho dos Pescadores, junto ao Costão do Leme, dois homens que passeavam hoje à tarde foram atingidos por uma onda e jogados no mar. Eles foram salvos pelos guarda-vidas.

As vítimas, Marco Antonio Lira, de 46 anos e Joel Alves de Moraes, 55 anos, foram jogados contra as rochas pelas fortes ondas e sofreram cortes na cabeça e aranhões no tronco e membros. Os dois foram levados para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, onde foram atendidos e estão fora de perigo. Devido à ressaca, o Caminho dos Pescadores foi fechado para visitação.

Na Enseada de Botafogo, na Baía de Guanabara, o mar também ficou agitado e atingiu a ciclovia. O mesmo aconteceu no Aterro do Flamengo. No quadrado da Urca, onde há um ancoradouro para barcos, algumas embarcações colidiram entre si, devido as fortes ondas, sofrendo pequenas avarias.

Fonte: www.band.com.br 

Cadela é resgatada por bombeiros em incêndio que deixou um homem ferido

Cadela Madona foi salva após ficar presa em apartamento durante incêndio

Um homem ficou ferido durante um incêndio no prédio de número 338 da rua Uruguai, na Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro, na tarde deste domingo (20). Ele sofreu queimaduras e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros. A vítima foi levada para o hospital do Andaraí, também na zona norte, e seu estado de saúde não era grave às 19h.

Segundo testemunhas, o fogo teria começado no aparelho de ar-condicionado de um quarto e atingido outros imóveis, em andares diferentes.

Durante o trabalho de combate às chamas, os bombeiros também fizeram o resgate da cadela Madona, que havia ficado presa em um dos apartamentos.

O trânsito precisou ser interrompido na rua Uruguai no trecho entre a avenida Maracanã e a rua Conde de Bonfim. Ao menos, cinco carros dos quartéis da Tijuca e de Vila Isabel foram mobilizados para o local. Além de operadores da CET-Rio, policiais militares e guardas municipais.

RJ tem até 600 resgates no mar por fim de semana

- Imprudência e desobediência são as principais causas dos afogamentos.

- Morrem em média 23 pessoas por ano nas praias; problema é maior no verão.

Arpoador teve morte de turista paulista em abril deste ano (Foto: Perla Rodrigues/G1)

Nas praias do Rio de Janeiro, cerca de 600 pessoas são resgatadas a cada fim de semana durante o verão. Já nos demais períodos do ano, a média é de 140 salvamentos. A imprudência e desobediência são alguns dos principais fatores para o alto número de afogamentos, como o caso do jovem paulista William da Silva Dias, de 22 anos, que foi levado por uma onda numa pedra do Arpoador, na Zona Sul, em abril deste ano.

O Corpo de Bombeiros informou que morrem em média 23 pessoas por ano nas praias do estado. Ainda de acordo com os bombeiros, deste número, cinco são pescadores que caem de costões no momento da pescaria, fora do horário de banho de mar.

MOTIVOS

“Os motivos são desobediência às orientações dos guarda-vidas e à orientação das placas que indicam local perigoso. E também a imprudência. A grande maioria das pessoas não tem conhecimento sobre valas ou correntes de retorno nem de como agir nestas situações”, informou o comandante de Salvamentos Marítimos do Corpo de Bombeiros, Coronel Mário da Cruz.

O comandante ainda ressaltou os lugares mais perigosos do estado. “Os mais perigosos são Pedra do Roncador no Grumari, Prainha e Pedra do Pampo, em Niterói. No entanto, existem locais de praia onde o risco é mais acentuado, como os postos 1, entre o 2 e 3, 4, e 8. E também as praias da Barra da Tijuca, Itaipuaçu (Niterói), Barra de Maricá e Ponta Negra”, informou o coronel.

Já a respeito da média de tempo de um salvamento, o comandante disse: “Tudo isso vai variar muito em razão das condições do mar, pois temos situações em que o guarda-vida não consegue sair com a vítima pela praia sozinho. Aí o socorro demora mais, é necessário o apoio de uma aeronave, bote de resgate ou jet ski. Neste caso, o socorro demora algo próximo a 10 minutos - da entrada do guarda-vida até a saída, com a aeronave que estiver próxima. O socorro isolado pela praia dura em média 5 minutos”.

Dicas aos banhistas

1. Buscar estar próximo ao posto de guarda-vidas.
2. Obedecer à sinalização da praia.
3.Não entrar onde houver placas de correnteza.
3. Não ingerir bebida alcoólica em excesso.
4. Não comer em excesso se for tomar banho de mar.
5. Se não tiver conhecimentos sobre o mar, ou não saber nadar, não se aventurar pelo mar.
Fonte