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21/05/2012

RJ tem até 600 resgates no mar por fim de semana

- Imprudência e desobediência são as principais causas dos afogamentos.

- Morrem em média 23 pessoas por ano nas praias; problema é maior no verão.

Arpoador teve morte de turista paulista em abril deste ano (Foto: Perla Rodrigues/G1)

Nas praias do Rio de Janeiro, cerca de 600 pessoas são resgatadas a cada fim de semana durante o verão. Já nos demais períodos do ano, a média é de 140 salvamentos. A imprudência e desobediência são alguns dos principais fatores para o alto número de afogamentos, como o caso do jovem paulista William da Silva Dias, de 22 anos, que foi levado por uma onda numa pedra do Arpoador, na Zona Sul, em abril deste ano.

O Corpo de Bombeiros informou que morrem em média 23 pessoas por ano nas praias do estado. Ainda de acordo com os bombeiros, deste número, cinco são pescadores que caem de costões no momento da pescaria, fora do horário de banho de mar.

MOTIVOS

“Os motivos são desobediência às orientações dos guarda-vidas e à orientação das placas que indicam local perigoso. E também a imprudência. A grande maioria das pessoas não tem conhecimento sobre valas ou correntes de retorno nem de como agir nestas situações”, informou o comandante de Salvamentos Marítimos do Corpo de Bombeiros, Coronel Mário da Cruz.

O comandante ainda ressaltou os lugares mais perigosos do estado. “Os mais perigosos são Pedra do Roncador no Grumari, Prainha e Pedra do Pampo, em Niterói. No entanto, existem locais de praia onde o risco é mais acentuado, como os postos 1, entre o 2 e 3, 4, e 8. E também as praias da Barra da Tijuca, Itaipuaçu (Niterói), Barra de Maricá e Ponta Negra”, informou o coronel.

Já a respeito da média de tempo de um salvamento, o comandante disse: “Tudo isso vai variar muito em razão das condições do mar, pois temos situações em que o guarda-vida não consegue sair com a vítima pela praia sozinho. Aí o socorro demora mais, é necessário o apoio de uma aeronave, bote de resgate ou jet ski. Neste caso, o socorro demora algo próximo a 10 minutos - da entrada do guarda-vida até a saída, com a aeronave que estiver próxima. O socorro isolado pela praia dura em média 5 minutos”.

Dicas aos banhistas

1. Buscar estar próximo ao posto de guarda-vidas.
2. Obedecer à sinalização da praia.
3.Não entrar onde houver placas de correnteza.
3. Não ingerir bebida alcoólica em excesso.
4. Não comer em excesso se for tomar banho de mar.
5. Se não tiver conhecimentos sobre o mar, ou não saber nadar, não se aventurar pelo mar.
Fonte

07/01/2012

Guarda-vidas pedem atenção na praia


Atenção à sinalização na faixa de areia e nos postos de guarda-vidas estão entre as recomendações do Corpo de Bombeiros para que as férias e os momentos de descanso à beira-mar sejam tranquilos. Neste ano, foi registrado apenas um caso de afogamento, na praia do Cardoso, em Laguna. Um rapaz foi socorrido por surfistas, já que naquela praia não há guarda-vidas.

“Como o mar agora está com águas mais claras e quentes, nos dias em que tem sol, a praia fica lotada e temos mais pessoas aproveitando para tomar banho. Por isso, algumas recomendações devem ser seguidas para evitar problemas. Uma delas é que as pessoas fiquem próximas aos locais onde há postos de guarda-vidas e evitem tomar banho em praias mais isoladas. Na região, temos várias praias que não têm postos, e sem postos não há guarda-vidas, o que torna o banho de mar arriscado. Qualquer problema que venha a ocorrer, o socorro pode demorar”, adverte o sargento do Corpo de Bombeiros, Sandro Luis Batista Soares.

No alto dos postos dos guarda-vidas sempre há bandeiras indicando as condições das águas. O sistema de sinalização utiliza as mesmas cores do sinal de trânsito: verde, liberado; amarelo, cuidado, e vermelho, perigo. “Além de observar qual é a cor da bandeira nos postos, os banhistas devem observar se há bandeiras fixas na beira-mar. Se tiver é porque estes pontos apresentam alto risco e é preferível banhar-se em outro local. A bandeira na beira-mar pode indicar uma saída de água ou buracos”, explica o sargento Soares.

A operação Verão do Corpo de Bombeiros na região de Laguna, que abrange do Farol de Santa Marta a Itapirubá Sul, conta com 34 guarda-vidas civis e sete militares. O jet-ski que auxilia no trabalho, tanto preventivo quanto de resgate, está na oficina. O equipamento precisa de uma peça de reposição que é importada e não chegou ainda. A expectativa é que ele entre em funcionamento já na próxima semana.

06/01/2012

Corpo de homem que caiu em rio após acidente é encontrado em MG.

Vítima estava desaparecida desde segunda-feira (2).

Corpo foi localizado cerca de dois quilômetros de onde desapareceu.


Foi encontrado, nesta quarta-feira (4), o corpo de um homem que foi levado pela correnteza, em Montes Claros, no Norte de Minas. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima desapareceu após se envolver em um acidente e o carro que dirigia cair na água, nesta segunda-feira (2).

O corpo foi encontrado cerca de dois quilômetros de onde o homem desapareceu. Durante os trabalhos, bombeiros utilizaram técnicas de resgate aquático e terrestre.

Segundo relato de testemunhas, antes de cair no rio, o homem teria perdido o controle do veículo e atropelado um ciclista. De acordo com os bombeiros, o ciclista foi socorrido e encaminhado a um hospital da cidade.

Operação Veraneio dos Bombeiros registra 30 mortes por afogamento em SC

A Operação Veraneio do Corpo de Bombeiros registra até esta quarta-feira 30 mortes por afogamento em Santa Catarina. A estatística contabiliza ocorrência em rios, praias, piscinas e lagoas. O caso mais recente aconteceu no fim de semana, quando dois irmãos morreram em Florianópolis.

A operação dos Bombeiros divide-se em três partes: pré-temporada (12/10 a 1/12), temporada (2/12 a 23/02) e pós-temporada (24/02 até o início de maio). Até agora, o mês que mais registrou mortes foi novembro (14), seguido de dezembro (10), janeiro (3) e outubro (3). A operação 2010/2011 teve 73 mortes em todo o período.

Na pré-temporada, a corporação começa a ativar os postos salva-vidas. Na temporada, todos os postos já estão em funcionamento. Na pós-temporada, incia-se o processo de desativação.

Como previnir incidentes

Nos dias de calor, a vontade é se jogar na água, mas quando se trata de mar, não pode ser bem assim. A ondulação intensa, o aumento repentino da profundidade da água e as chamadas correntes de retorno são só alguns dos fatores que comprovam: o mar exige atenção.

De acordo com o sargento Paulo Cesar Correia, que atuou no treinamento dos guarda-vidas civis de Florianópolis, 215 guarda-vidas civis e 38 bombeiros militares operam, desde o último sábado, nas praias neste verão da Capital.

Os bombeiros alertam que, além de contar com o apoio dos guarda-vidas, todos os banhistas devem ter cuidados essenciais.

O sargento Paulo Cesar pede para se optar pelas praias que tenham pontos de guarda-vidas, principalmente quem estiver com criança.

Os guarda-vidas podem socorrer em caso de emergência e prevenir. Trabalhamos muito com a prevenção, chamando atenção de quem está no fundo ou entra no mar quando está muito perigoso — conta.

Tanto as praias de "altas ondas" como as praias de poucas ondulações pedem por precauções. Não ir sem preparo para onde há mais profundidade e observar as bandeiras nas praias nos postos de guarda-vidas, indicando a condição do mar em toda a praia, são algumas delas.

Correntes de retorno

As bandeiras também podem ser colocadas em pontos específicos da praia, como um alerta para os locais com as correntes de retorno. Esses pontos são denunciados também por áreas de água mais escura no mar, pela concentração de espuma ou por uma meia-lua do mar na areia, o que indica o avanço da água.

Como explica o tenente, a corrente de retorno é a região onde a água volta para o mar. Esses pontos existem em todas as praias que têm onda e podem mudar de lugar no decorrer do dia, em função do vento. Nessas áreas, o banhista pode ser carregado para águas mais fundas.

Quem for levado por essa corrente deve nadar paralelamente à praia para sair dessa região, ou então ficar boiando e sinalizar por socorro, como recomenda a tenente Ivanka Kretzer. O tenente e piloto do helicóptero Arcanjo dos Bombeiros da Capital, Sandro Fonseca, reforça:

Nadar contra a corrente dificulta, é como nadar contra a correnteza de um rio. Já fiz resgate de nadadora medalhista que não conseguia sair da Galheta.

Socorro

O tenente Sandro destaca que, em casos de emergência, deve-se chamar os guarda-vidas ou entrar em contato com bombeiros pelo 193. Se não houver tempo, para socorrer um banhista que estiver se afogando, deve-se lançar algo que flutue, como uma prancha ou boia.

Para evitar essas situações de resgate, o tenente apela para os cuidados dos banhistas:

As pessoas têm que entender que o mar tem uma dinâmica diferente de rio, piscina, têm que entender os riscos das praias... diz.

Recomendações para tomar banho de mar, segundo os bombeiros

- a tendência é que o mar esteja mais calmo durante manhã
- dar preferência para pontos próximos aos postos de guarda-vidas
- respeitar as bandeiras. A vermelha indica que o mar está perigoso e não se deve entrar na água. A amarela sugere que se deve ter muito cuidado ao entrar na água e a verde que o mar está calmo, permitindo o banho com responsabilidade.
- evitar nadar sozinho ou em águas profundas
- em caso de dúvidas, falar com os guarda-vidas
- em emergências, procurar os postos de guarda-vidas e ligar para os bombeiros, no telefone 193

DIÁRIO CATARINENSE

05/01/2012

Cinco pessoas morrem afogadas no Ano-Novo, segundo bombeiros.


Uma das dicas é não entrar no mar após ingerir bebida alcoolica, pois álcool inibe a noção do perigo.

Cinco pessoas morreram afogadas entre os dias 30 de dezembro e 1° de janeiro, no Litoral Paulista. Desse total, dois óbitos foram em Mongaguá, dois em Ilha Comprida e um Guarujá. A informação é do 17º Grupamento de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, órgão responsável pelas atividades de salvamento nas praias paulistas.

Porém, no mesmo período, os Guarda Vidas salvaram mais de 300 pessoas, número mais de 50% superior em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, 58 crianças que estavam perdidas dos pais ou responsáveis foram encontradas e encaminhadas aos seus responsáveis.

Para fazer frente à demanda de moradores e turistas que frequentam as praias nessa época do ano, o Corpo de Bombeiros informa que houve um significativo aumento do número de guarda-vidas.

A corporação diz ainda que todas as praias são monitoradas, mas as que requerem mais atenção são as que possuem maior número de banhistas.

Cuidados

O Corpo de Bombeiros tem uma série de regras que devem ser seguidas para a maior segurança dos frequentadores das praias paulistas. Uma das principais é não entrar no mar após ingerir bebida alcoolica, pois álcool inibe a noção do perigo, facilitando o afogamento.

Além disso, é recomendável que os banhistas prefiram as praias protegidas por guarda-vidas e se informem com eles sobre quais são os locais mais seguros para o banho de mar, obedecendo as placas de indicação de perigo.

A utilização de bóias, colchões de ar, espaguetes e de outros flutuadores na praia deve ser evitada. Esses materiais dão a falsa impressão de segurança e são facilmente arrastados pela correnteza.

Aliás, a corrente marítima é uma das piores inimigas dos banhistas. Ao se depararem com esse tipo de situação, eles devem manter a calma, nadar paralelamente até a praia e sinalizar por socorro imediatamente.

É muito comum crianças se perderem dos pais, principalmente nessa época do ano, quando as praias sempre estão lotadas. É de vital importância mantê-las sob seu campo visual. Além disso, pulseiras de identificação podem ser retiradas gratuitamente com os guarda-vida.

  
 

02/01/2012

Bombeiro orienta como evitar afogamentos em piscinas e rios.

Ingerir álcool e nadar após refeições pode ser perigoso.

As altas temperaturas do verão são um convite para um banho de piscina. Há ainda quem prefira um mergulho em rios e lagos, porém, não se pode descuidar do risco de um afogamento, que são mais freqüentes nesta época do ano. Segundo o Corpo de Bombeiros, neste mês um adolescente de 17 anos morreu afogado no rio Tietê, na cidade de Tietê. O acidente aconteceu na última terça-feira (27).

Para evitar que isto ocorra, o capitão do Corpo de Bombeiros de Itapetininga, interior de São Paulo, Paulo Monteiro Filho, dá algumas recomendações.

“Em primeiro lugar, lagos, rios e represas não são lugares de nadar, a menos que sejam um balneário com a presença de guarda vidas profissionais. Existe uma máxima que diz ‘água no umbigo, sinal de perigo’. Se isso for respeitado, há uma grande chance do acidente não ocorrer”, diz o bombeiro.

Os churrascos e confraternizações regados a cerveja também podem ser um perigo. “O álcool também pode ser um fator que acarreta acidentes, assim como prática de natação logo após as refeições, portanto é recomendado um tempo de descanso para digestão antes de uma atividade física na água”.

E em caso de afogamento, o que as pessoas ao redor podem fazer para ajudar?


“A primeira coisa a ser feita é arremessar algo flutuante para a pessoa que se afoga. Pode ser uma boia, uma câmara de ar ou até uma garrafa pet, que, conforme o tamanho da vítima, pode ser útil. Uma corda também é de grande valia. Nós não aconselhamos as pessoas a entrarem na água para tentar salvar alguém do afogamento. Esse trabalho, pra quem é experiente, é muito difícil e um leigo, sem treinamento, tem uma grande probabilidade de se tornar mais uma vítima”.

Depois que a vítima está em terra, é preciso desobstruir a boca e o nariz. “Deve-se deitá-la de costas, elevar o queixo da vítima, para liberar as vias aéreas superiores, e observar se ela aspirou ou ingeriu líquido. Se ela cuspir a água, vire a cabeça da vítima de lado evitando assim que o líquido não seja novamente aspirado ou engolido”.

Enquanto os bombeiros não chegam, e se alguém ao redor tiver treinamento, é permitido reanimar a vítima. “Em caso de parada cardiorrespiratória, se alguem tiver capacitação, deve-se executar as manobras de reanimação cardiopulmonar”, explica o capitão Monteiro.

Mais de 100 bombeiros realizam Operação Réveillon na orla marítima de JP

O Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba realiza a Operação Réveillon, colocando a disposição do evento 110 militares dispostos em locais estratégicos divididos em setores operacionais. Serãoinstalados postos de atendimento nas praias de Cabo Branco e Tambaú, Cabedelo, Baía da Traição, Intermares (Avenida Mar Vermelho) e Pitimbu. A operação contará com equipes especializadas nas mais diversas áreas, como salvamento aquático, combate a incêndio, salvamento terrestre, resgate e primeiros socorros e fiscalização preventiva.

As festividades na orla contarão com a supervisão de vários postos de observação de guarda-vidas, com o objetivo de orientar a população para o melhor local de banho e prevenir acidentes. Os pontos de atendimento do Corpo de Bombeiros estarão divididos em 15 postos principais, distribuídos entre as festividades das praias de Intermares e Cabo Branco, onde é registrada uma maior quantidade de público.

As viaturas de apoio permanecerão em rotas de fuga, estrategicamente localizadas para o melhor atendimento. Serão cinco viaturas de resgate, quatro motos-resgate, cinco viaturas de combate a incêndio, duas de busca e salvamento e dois botes de salvamento, apenas na região metropolitana de João Pessoa.

O Corpo de Bombeiros alerta a população para que brinque com cautela, evitando a ingestão de bebida alcoólica antes do banho de mar e supervisionando constantemente as crianças para evitar acidentes ou desaparecimentos.

Para qualquer tipo de acidente, a população pode acionar o Corpo de Bombeiros nos postos de atendimento ou através do telefone:  193

Fonte: http://www.clickpb.com.br